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Doces e sobremesas

Cajuzinho de festa sem leite condensado e o doce que veio antes dele

A receita do cajuzinho de festa dos anos 90, sem fogo e sem leite condensado, e a história do pamonhão cearense, o avô do docinho.

Publicado em 15/10/2026 · por SOS Receitinhas · 3 min de leitura
Cajuzinho de festa sem leite condensado e o doce que veio antes dele

Se você lembra do cajuzinho das festas de criança, esta é a receita. Aqui vai o cajuzinho de festa dos anos 90, sem leite condensado e sem fogo, e a história do doce que veio antes dele.

O vídeo é com a cientista Ana Bonassa, conhecida por divulgar ciência. E tudo começou com uma reclamação do público.

A polêmica do cajuzinho

O canal já tinha reagido a um vídeo da Ana fazendo cajuzinho. Naquela receita, entrava leite condensado.

Os comentários não perdoaram: muita gente disse que aquele não era o cajuzinho de verdade. O de festa, segundo o público, era outro.

Então a gente voltou para a versão antiga. A base é simples: gordura, açúcar, um líquido (leite ou café) e amendoim.

Por que o cajuzinho sumiu das festas

A Ana cresceu numa família testemunha de Jeová, e ela não ia a festas. Só passou a frequentar aniversários depois de sair de casa, aos 17.

Quando finalmente chegou nas festas, o cajuzinho já tinha sumido das mesas. E ela tem uma teoria para isso.

Nos anos 90, o personagem Caco Antibes, interpretado por Miguel Falabella, zombava do cajuzinho como "doce de pobre". Para a Ana, essa piada pode ter ajudado a tirar o docinho das festas.

É uma teoria, não uma conclusão. Mas é divertida de pensar.

Como é o cajuzinho de festa

A receita da descrição do vídeo rende aproximadamente 30 unidades. Os ingredientes principais são:

  • 200 g de amendoim torrado, sem pele e moído
  • 1 xícara de açúcar refinado
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó
  • 1 colher de chá de manteiga
  • 4 colheres de sopa de leite, colocadas aos poucos

Se o amendoim não vier pronto, torre, deixe esfriar, tire a pele e triture. A ideia é chegar numa farinha grossa, não numa pasta de amendoim.

O segredo está no leite. Coloque aos poucos e vá amassando com as mãos, porque o ponto muda de acordo com a moagem do amendoim e a umidade dos ingredientes.

A massa está boa quando fica homogênea, compacta na mão e dá para modelar sem esfarelar nem grudar demais. Aí é só fazer uma bolinha, alongar uma das pontas, passar no açúcar e encaixar um amendoim na ponta mais larga, imitando a castanha.

A versão com café

A descrição do vídeo também traz uma versão com café. Ela leva 500 g de amendoim, 1 xícara de chocolate em pó, 1 xícara de açúcar, margarina e aproximadamente 1 xícara de café amargo.

Aqui, o café faz o papel do líquido que dá liga à massa, no lugar do leite.

O avô do cajuzinho: pamonhão ou canjirão cearense

Antes do cajuzinho, existia o pamonhão, também chamado de canjirão cearense. Ele é considerado o avô do docinho.

A diferença é que ele não leva amendoim nem chocolate. A receita mostrada no vídeo usa:

  • 300 g de castanha de caju
  • 150 ml de mel de caju
  • 50 g de farinha de mandioca fina, peneirada

A castanha é triturada até virar uma farinha com textura parecida com a de paçoca. Depois entra o mel de caju aos poucos, para aderir bem, e por último a farinha de mandioca.

A massa fica homogênea e bem grudenta. É só modelar em bolinhas pequenas.

Resumo

  • O cajuzinho de festa dos anos 90 não leva leite condensado nem vai ao fogo.
  • A base é amendoim moído, açúcar, chocolate em pó, manteiga e leite.
  • O leite entra aos poucos, até a massa modelar sem esfarelar.
  • Existe uma versão com café no lugar do leite.
  • O pamonhão, ou canjirão cearense, é feito com castanha de caju, mel de caju e farinha de mandioca.
Não triture demais o amendoim. O objetivo é uma farinha grossa, não pasta de amendoim.
A receita completa está na aba Receitas, com o vídeo.

Texto revisado por IA

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